Oi.

Eu podia estar matando, eu podia estar roubando, mas tô aqui escrevendo num blog.

Eu não gosto de postar vídeo aqui, até porque não tenho paciência de ficar horas na frente do youtube catando coisas legais para mostrar.

Mas, cara, assistam o vídeo abaixo e façam uma pausa para reflexão sobre o estado que o mundo está.

E peloamordedeus, não aguento mais duas coisas:

1 – versões engraçadinhas para a música Single Ladies;

2 – ver o Brasil ganhar na copa – tipos assim, CANSOU NÉ.

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Eu tenho um grupo de amigos com quem eu passo o fim de semana inteiro. Jogamos volei, jantamos juntos, vamos ao posto, compramos bebidas, conversamos, vemos WWF de luta livre, assistimos Simpsons, etc. De vez em quando eles lêem esse blog, de vez em quando a gente se fala no orkut ou no msn, mas é muito raro. A gente se fala muito mais pessoalmente  e por telefone.

Esse fim de semana eu deixei meu celular desligado de propósito, para eu ficar mais em casa, estudar e terminar alguns trabalhos que vão render um bom dinheirinho no fim do mês. Funcionou.

De domingo para segunda eu sonhei com eles. Nada demais,  sonhei que a gente estava indo comer pizza. E notei a falta enorme que eles me fazem quando fico mais de uma semana sem vê-los. E eles são todos meninos, o que me faz pensar que isso está diretamente ligado ao fato de que eu sempre quis ter um irmão mais velho. Não sei se porque meu pai foi super ausente enquanto eu crescia – mesmo sendo casado com a minha mãe e morando debaixo do mesmo teto – ou se porque eu nunca conseguia me aproximar muito dos meus primos, já que a minha mãe era superprotetora e não me deixava brincar com eles porque eram meio ‘selvagens’ (em suma, crianças normais). Eu sempre fazia amizade com as meninas, era o modo natural das coisas, e não me misturava com os meninos porque minha mãe não curtia muito. Depois de um tempo, mais crescida, aconteceu o oposto, fui me aproximando mais dos guris. Hoje em dia eu posso dizer que só tenho duas amigas super íntimas, do sexo feminino, e uns seis do sexo oposto. Obviamente que não quer dizer que não tenha muitas amigas mulheres, claro que sim, mas eu falo em intimidade.

Eu conheci esses meus amigos há uns dois anos só, mas parece que é uma vida inteira. A opinião deles, a presença deles, é muito especial e importante para mim. É tanta sinceridade e honestidade comigo que chega a ser engraçado.

Não sei se é por isso que eu fico receosa de me relacionar com alguém. Eu duvido que qualquer namorado que eu tenha simplesmente encare numa boa a constante presença dos meninos no meu fim de semana. Duvido que ele tolere as massagens nos pés que eu ganho, os abraços apertados quando eu peço, os beijinhos estalados nas minhas bochechas enquanto danço nas festas. Duvido. Dificilmente vou poder viajar com eles ou acampar, sem magoar o namorado.

Aí minha mãe me pegou com uma questão esses dias. Ela apontou que talvez eu não me relacione mais com nenhum cara direito porque eu já tenho carinhos masculinos suficientes dos meus amigos, mesmo que não tenha nada carnal com nenhum deles. Ponderei. Talvez ela esteja, em partes, certa. Mas eu nunca deixei de ficar com ninguém por causa deles, eles até me estimulam, talvez eu tenha deixado só de pensar em permitir as coisas se aprofundarem para além de uma simples noite, ou um simples affair. Eu sempre tenho medo do dia que eu me apaixonar por alguém de verdade e a pessoa de repente não gostar das minhas amizades. Eu não duvido que eu abra mão do relacionamento pelas amizades. Afinal, os amigos estão ali para o que der e vier, e mesmo que eu abrisse mão deles, o dia que eu tornasse a estar sozinha, eu sei que eles me acolheriam de novo. E é exatamente por isso que eu nunca os abandonaria.E isso não se aplica só a um grupo de amigos, mas a todos.

Até que ponto as amizades me levariam a desistir de um amor? Eu não sei, mas temo que por muito pouco.

Eu não sei vocês, mas o carinho vindo do amigo é tão delicado, é tão sincero. Não te pede nada em troca, não é dado porque ele quer algo de ti. É simplesmente afinidade, apreciação da tua companhia, admiração pela tua pessoa. É ótimo. É consolação para os dias tristes, exaltação nos dias de felicidade, compartilhar as conquistas, dividir as dores. Para mim, é o porto seguro que me salva das depressões espontâneas, da minha infelicidade com as injustiças do mundo, dos meus desapontamentos amorosos.

Os meus amigos são a válvula motivadora da minha vida.

Você sabe que um seriado é bom demais quando você chora no último episódio da temporada.

Sério, eu fiquei muito revoltada. O primeiro seriado de futilidade que eu acompanho e o que acontece? Eles matam o amor da minha vida – televisiva, diga-se de passagem – no fim da terceira temporada. E eu fico falando sozinha no quarto:

COMO ASSIM?

Gossip Girl me tirou do sério.

Eu li mais de trinta livros da Agatha Cristie em um período de cinco meses na oitava série. Temos muitas coisas para pensar sobre as histórias, desde o comportamento europeu da classe média no início do século XX até as contravenções da cultura francesa nessa contexto. E tudo o que mais me deixava curiosa sobre a cultura inglesa era o frenquente uso de molho curry nas refeições. Mas afinal, o que diabos era o CURRY?

Cresci com a dúvida na cabeça. Ouvi essa palavra muitas vezes na vida depois. Quando comia em restaurante indiano, eu também via que tinha em alguma coisa no buffet, mas nunca descobria o que era. E tinha vergonha de perguntar. Porque né… todo mundo sabia o que era aquilo menos eu. Deveria ser algum dos molhos magnifícos e de ingredientes ultra-secretos, sei lá. E eu sou tão desligada que nunca perguntava pro pai Google o que era curry, nem para minha mãe, nem para mãe diná, nada.

Daí quinta eu estava no mercado comprando porcarias coisas para comer no fim de semana e vi um pacote com um pozinho meio marrom avermelhado escrito “Curry”. Antes, eu preciso dizer que sou tarada pelos temperos-para-pobres-metidos-a-entendidos-da-alta-culinária; minha diversão gastronômica  particular sempre foi encher o armário de páprica, cogumelo ressecado, gengibre, manjericão, essas coisas comuns, e inventar pratos super elaborados, só para não ter que tacar os meus lindos temperos num simples arroz ou lasanha. Sobre como eu nunca tinha visto o tempero de curry no supermercado antes? Mistério.

Então eu comprei o curry e fui feliz para casa porque ia descobrir o que era aquilo, afinal.

Aí fritei hamburgueres de soja com tempero de cebola e alho. Coloquei creme de leite numa panela e joguei alguns cogumelos em conserva picados ali. Mexi, mexi. Ferveu. Abri o pacote para virar o curry e…. MEU DEUS, MAS QUE CHEIRO DE TEMPERO DE MIOJO É ESSE, MINHA GENTE!?

O curry tem o cheiro igualzinho do tempero do miojo da tuma da mônica, aquele de galinha caipira. Que decepção.

Mas segui firme na nova receita que eu estava inventando. Taquei o curry – que, pelo o que eu li na embalagem, é de origem indiana mesmo, e é tipo uma mistura doidona de todos os temperos que eu tenho no armário e mais uns outros – e o esquema começou a ficar amarelão, tipo a mostarda que as pessoas botam na pizza. Achei bizarro. Mas aparências bizarras nas comidas nunca foi empecilho para eu comê-las né, então ainda estava valendo.

Joguei o mix creme-de-leite+curry+sal+cogumelos em cima dos hamburgueres de soja e… surpresa! Ficou muito bom, bem forte e bem marcante. Pena que o cheiro me lembrava a minha pré-adolescência cheirada à tempero de miojo de galinha. Bom, pelo menos é melhor que o gosto de Sazon, que me lembra Doritos de queijo nacho. Ambos são bons, mas não tentem comer Sazon quando não tem Doritos. A saída do seu intestino agradecerá.

Li num site meio obscuro que o consumo de curry ajuda na prevenção do Alzheimer. Acho que vou misturar o tempero na ração da minha cadelinha de 17 anos, a pobrezinha às vezes aparece no meio da casa, andando em círculos, daí na oitava tentativa ela geralmente se lembra aonde estava indo e pega o rumo certo. Mas tem vezes que ela sai correndo por aí, fazendo festa, e se esquece das paredes da garagem e tum! bate de cara no concreto.

É, vou dar curry para ela.

P.S: Falei do novo tempero para minha mãe, e ela anda toda metida a ser mãe-exemplar, e tem feito pratos vegetarianos diversos para mim nos domingos (acho que ela está gostando da história de ter motivos para explorar a culinária simples, e meu pai e minha irmã estão curtindo sair da rotina de comer somente lasanha ou churrasco no fim de semana). Então ela decidiu usar o curry num tipo de bolo estranho, de queijo e berinjela. Só que ela exagerou na dose e foi impossível comer o troço. Então, galera, maneirem no curry!

Geeeente. Só agora eu percebi que faxineira veio hoje aqui em casa. Meu quarto tá um brinco. Nunca mais faxino nada na vida enquanto eu puder terceirizar o serviço, eu não tenho talento para limpar nada, só lavar a louça.

Tô tão feliz.

A sensação do momento são os conselhos diários do UOL por e-mail. Saca só.

“Neste momento você deve ter cuidado para não dissipar as suas energias através de eventos e badalações sociais que não lhe acrescentem nada”

Siiiiim. Isso resume a festa de ontem, completamente. Evento super desnecessário, apesar de ter visto pessoas queridas e rido bastante.

“Existe a abertura para que um novo relacionamento aconteça na sua vida, mas é necessário maior equilíbrio emocional.”

Aceito currículos.

Haha… Não.

Mas a super grande notícia é que meu primeiro artigo foi publicado no site Minha Carreira, e eu estou toda orgulhosa com os comentários e tal. Ego lustrado? Eu curto.

Leiam lá e confiram que eu sei escrever sobre coisas úteis às vezes.

Novidade. Acordei sem ressaca! Fui dormir às 5h e às 9h eu já estava em pé fazendo o café da manhã para gurizada.

Palmas para mim.

Pena que a ingestão de

2 long necks de bohemia

5 latas de skol

1 dose de cachaça gold

1 dose de vinho

e

1 caneca de uma mistura estranha de energético, vodka, uísque e sei lá mais o quê

não foi suficiente para sequer me deixar tonta ou falando besteiras aos traseuntes da via pública – não que houvesse traseuntes na rua aquela hora, ainda mais no lugar super ermo onde era a festa.

Mas daí tocou um cover de ac/dc e eu  comecei a banguear. Em dado momento senti um peso enorme na cabeça, uma dor alucinante. Pensei comigo mesma

pára com isso

pára com isso

pára com isso.

Mas não rolou. Por algum motivo obscuro eu continuei super rock’n'roll style, agitando a cabeça e os cabelos para frente e para trás, berrando hiiiiiighway to heeeeell. Consequência: fiquei com uma dor de cabeça absurda durante uns 10min, de graça, porque bebi um monte, mas sem ter tido o prazer de ficar bêbada. Mundo ingrato.

Mas enfim, divago. Todo o objetivo da noite era enfrentar o problema sobre conhecer pessoas novas. E olha, acho que venci.

Infelizmente, o mundo ingrato me tornou chata demais para dar crédito aos outros tão fácil como era antigamente, e acho que a minha crítica individual e injusta sobre quem valhe a pena manter amizade  me fez não levar as pessoas à sério. Acho que passei um ar muito blasé.

Mas sabe de uma coisa? Azar.

Olha só, vocês vêem bem, eu escrevi num post essa semana ‘dont get me wrong, if you say hello and I say goodbye‘, citando a música do The Pretenders, Dont Get Me Wrong. Adoro a música, canto ela a vida toda, direto, desde sei lá, os anos 90.

Mas ouvindo a música hoje e consultando a letra, confirmo o que eu temia.

Na verdade é ‘dont get me wrong, if you say hello and I take a ride‘.

FAIL.

Eu sou pobre, nunca tinha tido tv  a cabo em casa. Daí eu cresci vendo os seriados do SBT e fingindo simpatia para poder ver Cartoon Network na casa dos vizinhos. Depois dos quinze, com a intenet banda larga, eu conseguia baixar minhas séries e ver no pc. Ainda sim era uma agonia, tinha que ficar esperando algum vivente postar o próximo episódio antes que a minha ansiedade me fizesse entrar em combustão espontânea. Aos treze eu fui no lixão e consegui uma antena UHF, subi no telhado e taquei o troço lá em cima. Consegui uns cabos, e com a juda de uma faca e muita vontade, fiz a nossa tv da sala pegar MTV e mais algumas coisas. Grande evolução. Me viciei em The Osbournes. Ainda sim não era o suficiente porque sempre tinha alguém para comentar sobre alguma coisa que repetia seguidamente no People+Arts, ou no Discovery. E sempre todo mundo estava por dentro, menos eu. Sempre foi um fenômeno impressionante isso, quando se tocava em qualquer assunto sobre tv a cabo, eu sempre estava por fora – era a única coisa que eu não sabia o mínimo para manter uma conversa a respeito.

Para mim, sempre foi agoniante. Meus pais sempre se contentaram com o conjunto globo+sbt+record. Para eles, tv à cabo era gasto desnecessário. Eu me moía de ódio. Até o pessoal da vila aqui perto exibia umas antenas de Sky nos telhados cheios de goteiras. Eu, mal  e porcamente, tinha TvCultura, MTV, e depois UlbraTv. Digamos que a internet me salvou – e nem vou comentar que eu tive que implorar uns dois anos para que esse advento entrasse na minha casa, mesmo quando era discada (Pausa. Grande pausa aqui. Eu devo quase tudo o que sei de protocolos de redes de internet à época que meu pai bloqueava o acesso externo ao computador, e eu esperava chegar a madrugada para desvendar como aquilo funcionava e como eu poderia burlar. Consegui, muitas vezes. Os canais do mIRC que o digam).

Mas agora eu cresci e isso mudou. Agora eu tenho minha própria assinatura de tv à cabo (e telefone, e internet, aquilo que vocês sabem e talz, vulgo combo).

Acontece que está se criando uma série de laços engraçados aqui em casa frente a nova diversão da família. Sim, vocês vêem só, a galera estava cagando pouco se importando para a porcaria da Warner, da Sony, da SportTv, Disney Channel, etc, e de repente estão se tapeando em cima do controle remoto. Impressionante. Hoje eu comentei que estava afim de cancelar a tv e tal, ficar só com a internet. Tinha que ver a CARA de pavor do meu pai e da minha irmã. Daí o pai de repente se lembrou que ele detém o poder financeiro maior em casa e prontamente declarou eu-pago-eu-pago-eu-pago. Aaaaaaaaah! Puta falta de sacanagem, né? Quando eu era piá, ele me chamava de metida à burguesa. Agora ele pensa em expandir o pacote de canais.

Mas nem era isso que eu queria comentar.

Eu queria dizer que estou estabelecendo um pequeno romance com o controle remoto da Net.  Cheguei aqui, abri uma garrafa de vinho merlot, daqueles super bão, fiz um canelone quatro queijos, lingerie preta… moletom de mendigo,  e zapt para frente da tv.

Fiquei lá curtindo a comida e o vinho, eu e o controle remoto. Lindo. Se eu não tivesse o que fazer, eu ficava o dia inteiro ali.

Love songs.

O mundo é dos nets.

(Tô de brinks, galera. Quando chegasse a vigésima vez que a fox passasse ‘o labirinto do fauno’ eu certamente jogaria o controle remoto na tv, e iria para rua andar de patins.)

Todo o dia eu chego no trabalho e fico com preguiça de abrir o Thunderbird (serviço de e-mails tipo o Outlook, seus capitalistas!). Porque é fato que sempre tem uma bomba me esperando ali. Se não é escândalos políticos na faculdade, é uma reunião de última hora com algum cliente (cujo site eu não terminei), ou um convite para alguma festa. Ah, daí as pessoas se perguntam porquê eu fico de cara quando tem convite para festa.

Eu lhes respondo.

Porque as festas não tem mais graça, galerê. Eu não consigo mais ficar bêbada o suficiente para agarrar as pessoas de surpresa, nem para subir em cima das cadeiras e cair, e nem para dar cantada no DJ, ou para seduzir o barman até ele me dar bebida de graça. Nem para sair abraçando meus amigos e dizer o quanto eu amo eles, e chorar no ombro deles, e vomitar no chão pertinho daquela menina lindíssima que estava me olhando com cara de “quem deixou essa louca entrar aqui?”. Nem para tentar bater – de verdade – em algum cidadão que está inportunando alguma amiga minha. Nem para me enroscar num pole dance e ser fotografada sem ter consciência disso, e acordar no outro dia de manhã cheia de SMS no celular dos amigos me alertando que tem fotos minhas super-sedutoras em sites de festa. Não, gente. Nunca mais fiz isso em festa. Por quê? Bem, porque incorporei a balzaquiana e não tenho mais paciência para aquela enrolação noturna de fila-entrada-bar-pista-conversa-pista-show-pista-bar-bar-trova-encheção de saco-saída-táxi-posto-casa-ressaca. Ir para um butecão qualquer e ficar lá bebendo até amanhecer conversando com meus velhos amigos tem sido a maior diversão ultimamente.

Lógico que por trás disso está escondido um medo fenomenal de conhecer pessoas novas. Eu sempre curti conhecer novas pessoas, criar novos vínculos, ouvir histórias de vida diferentes da minha, etc. Mas ultimamente eu tenho ficado com medo idiota disso. Eu fico com medo de conhecer alguém legal, me apaixonar, e depois quebrar a cara.

Tem sentido isso?

TEM SENTIDO ISSO?

Me explica, porque até eu tô me achando uma idiota fazendo isso.

Mas é medo. É impossível de controlar.

Yeah there’s a hole in my soul
But one thing I’ve learned
For every love letter written
There’s another burned
(So you tell me how it’s gonna be this time)

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Quem escreve o horóscopo da Personare deveria ganhar uns aumentos de vez em quando. Saca só o que eu recebi hoje por e-mail.

“[...] pois o planeta Vênus tem a sua força astral amplificada quando se encontra na segunda casa zodiacal. Um melhor senso do valor das coisas, sobretudo do próprio valor pessoal, lhe permite atrair as condições necessárias e unir-se às pessoas certas para que o dinheiro venha até você.”

Eu disse que eu ia ficar rica! Eu disse!

“cuidado com uma tendência a gastar muito dinheiro com coisas que você acha ‘bonitas‘. Elas podem ser bonitas, mas você precisa mesmo delas?”

Quem disse que botas pretas 7/8 não são necessárias? QUEM?

“Excessos financeiros por conta de questões afetivas também são possíveis.”

Ahaha. Juro que hoje no ônibus eu estava pensando em pagar um profissional do sexo para atender as minhas necessidades. J-u-r-o. O negócio aqui tá crítico.

Essa história de horóscopo é uma maneira muito engraçada de a gente dar puxões de orelha em si mesmo. Meu sonho é entrar na aula de Astronomia, irritar bastante o professor, e depois dizer que ele está estressado porque Marte está em quadratura com Sol do seu signo, ou alguma coisa do tipo. Hehe. Not. Eu quero tirar A em Astronomia, não sou louca, gente. Semestre que vem que me aguarde.